ELEXELA
Ele suplica o meu querer
Eu desvio pra pensar
Não arrisco o bem querer
e decido: não vou dar.
Ele vira transtornado
me ignora, passa longe
emudeço ali do lado
muito virgem como um monge.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
terça-feira, 5 de agosto de 2008
TRÊS
Escuto risos,
Palavras de ordem
Discussão e choro
Batidas na porta
Ombro e consolo
Bicicleta única
Garupa
Imaginação e
Farra
Bonecas,
Diálogos,
Cotidiano e
Férias
Patins,
Professoras,
Bibliotecárias
Farmacêuticas
Dançarinas ensaiadas
Samba
Cigana
Lambada
Portas abrindo
Beijos secretos
Mãos dadas
Pirâmide
Doces,
Chuva
Raio
Risadas
Palavras soltas que
Emendadas com o ontem
Ganharão formato
Amigas íntimas
De fino trato
À vocês que dirijo este retrato.
Ana Suelen Pisetta (Preta).
Escuto risos,
Palavras de ordem
Discussão e choro
Batidas na porta
Ombro e consolo
Bicicleta única
Garupa
Imaginação e
Farra
Bonecas,
Diálogos,
Cotidiano e
Férias
Patins,
Professoras,
Bibliotecárias
Farmacêuticas
Dançarinas ensaiadas
Samba
Cigana
Lambada
Portas abrindo
Beijos secretos
Mãos dadas
Pirâmide
Doces,
Chuva
Raio
Risadas
Palavras soltas que
Emendadas com o ontem
Ganharão formato
Amigas íntimas
De fino trato
À vocês que dirijo este retrato.
Ana Suelen Pisetta (Preta).
terça-feira, 8 de julho de 2008
PALAVRAS
Me consumo em horas vagas
Nem mesmo me dou conta da finitude que sou
Transcorrem horas e horas
Nada penso, faço ou vivo
O pensar da consciência é um emaranhado
que me fadiga
Me sinto exausta
O fluido da fumaça leva consigo meus temores
Inconscientemente vivo a contemplação
sem ação
Há ruídos
Mas nem sequer levanto os olhos
permaneço imóvel
Transito de uma dimensão à outra
Desembarco do inconsciente
Olho as horas
Observo a complexidade
da consciência de mãos dadas com o que não digo,
mas penso
Imagino que não sou legível,
Escrevo espasmos desconexos
porque são assim meus pensamentos e memória
Escureço, não compreendo,
Volto o texto e leio.
Escrevo como quem pensa em voz alta
Sou ilógica
Há tantas palavras em mim
Que me obrigo a expulsa-las
Sem qualquer ordem ou intenção,
Desencadeiam-se em correntes e elos
Entrelaçadas e infindas...
Ana Suelen Pisetta
Me consumo em horas vagas
Nem mesmo me dou conta da finitude que sou
Transcorrem horas e horas
Nada penso, faço ou vivo
O pensar da consciência é um emaranhado
que me fadiga
Me sinto exausta
O fluido da fumaça leva consigo meus temores
Inconscientemente vivo a contemplação
sem ação
Há ruídos
Mas nem sequer levanto os olhos
permaneço imóvel
Transito de uma dimensão à outra
Desembarco do inconsciente
Olho as horas
Observo a complexidade
da consciência de mãos dadas com o que não digo,
mas penso
Imagino que não sou legível,
Escrevo espasmos desconexos
porque são assim meus pensamentos e memória
Escureço, não compreendo,
Volto o texto e leio.
Escrevo como quem pensa em voz alta
Sou ilógica
Há tantas palavras em mim
Que me obrigo a expulsa-las
Sem qualquer ordem ou intenção,
Desencadeiam-se em correntes e elos
Entrelaçadas e infindas...
Ana Suelen Pisetta
quinta-feira, 26 de junho de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
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